Esocial: liberada opção de impressão do Recibo de Férias

Com a edição da Medida Provisória nº 927/20, o eSocial teve de se adequar à nova legislação e foi ajustado para incluir as férias no recibo de salário. Nesse caso, o recibo à parte é desnecessário, já que os valores das férias saem junto do recibo de salário. Contudo, diversos empregadores que optaram pelo pagamento antecipado das férias estavam com dificuldades para gerar um recibo por conta própria. Dessa foma, o eSocial ajustou novamente a ferramenta com a possibilidade de emissão automática do recibo, conforme já antecipado em 02/06/2020.

WhatsApp corrige falha que permitia manipulação de mensagens e roubo de arquivos pelo WhatsApp Web

O Facebook eliminou vulnerabilidades em mensagens com link no WhatsApp Web, que poderiam manipular o navegador de internet para roubar informações, levar o usuário para um site malicioso ou até instalar um vírus no sistema.


O problema se baseia em códigos executados pelos navegadores e, por essa razão, não atingia o aplicativo do WhatsApp usado em smartphones Android ou iOS. No entanto, o risco era ainda maior no WhatsApp Desktop, que é baseado no WhatsApp Web.

A brecha foi encontrada pelo pesquisador de segurança Gal Weizman. Ele investigava o comportamento do WhatsApp que permite "colocar palavras na boca de outras pessoas" e descobriu que o filtro do WhatsApp apresentava outras deficiências.

Weizman encontrou um meio de adulterar a prévia do link que aparece quando mensagens desse tipo são enviadas pelo WhatsApp, inserindo uma prévia para um site diferente do especificado pelo link. Mas o truque ainda permite a manipulação dos próprios links — inclusive para links que executam códigos diretamente no navegador.

Nesses casos, em vez de levar o usuário para um site como um link comum faz, o "link", ao ser clicado, roda diversos comandos especificados pela pessoa que o enviou.

Falta de atualização no WhatsApp Deskop

Os problemas encontrados por Weizman eram ainda mais graves para os usuários do WhatsApp Desktop. Segundo o especialista, o problema poderia permitir a instalação de vírus e roubo de arquivos do computador.

O WhatsApp Desktop é como um "navegador para um site só" para facilitar o acesso ao WhatsApp Web. O software é criado a partir do Electron, um componente que "transforma" um site em um aplicativo para computador.

Para realizar essa façanha, o Electron usa o Chromium, a mesma base de código do navegador Chrome.

Weizman verificou que a versão do Electron usada pelo Facebook no WhatsApp Desktop estava desatualizada e, por essa razão, o Chromium também estava em uma versão antiga.

Sendo assim, acessar o WhatsApp Web pelo aplicativo Desktop era o equivalente a acessar o WhatsApp Web com um navegador Chrome desatualizado.


Por conta das brechas existentes na versão antiga do navegador, os comandos executados pelos links no WhatsApp Web poderiam assumir o controle total do aplicativo e instalar outros programas no computador ou roubar arquivos locais.

O WhatsApp Desktop foi atualizado para utilizar uma versão mais recente do Electron e, portanto, do Chromium.

G1

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