Esocial: liberada opção de impressão do Recibo de Férias

Com a edição da Medida Provisória nº 927/20, o eSocial teve de se adequar à nova legislação e foi ajustado para incluir as férias no recibo de salário. Nesse caso, o recibo à parte é desnecessário, já que os valores das férias saem junto do recibo de salário. Contudo, diversos empregadores que optaram pelo pagamento antecipado das férias estavam com dificuldades para gerar um recibo por conta própria. Dessa foma, o eSocial ajustou novamente a ferramenta com a possibilidade de emissão automática do recibo, conforme já antecipado em 02/06/2020.

Pesquisa aponta que 63% das empresas recebem notas fiscais com erros

Pesquisa realizada pelo Arquivei revelou que 63% das empresas recebem com frequência notas fiscais com algum erro tributário. A amostragem da pesquisa feita pelo Arquivei foi realizada com aproximadamente 600 empresas de diversos segmentos de todo o Brasil e demonstra que os erros contábeis afetam o setor financeiro e prejudicam o crescimento da empresa.

"Muitas, inclusive, fecham suas portas por causa disso ou por falta de apoio contábil na sua gestão", complementa o sócio fundador da ROIT Consultoria e Contabilidade, Lucas Ribeiro. "Uma empresa que paga mais tributos do que deveria, perde em competitividade, pois seu preço será maior do que o de seus concorrentes. Além disso, o tributo a mais acaba saindo da margem do empresário, que deixa de lucrar e investir no crescimento da sua empresa. Erros contábeis inclusive geram autuações e, às vezes, multas impagáveis, chegando a levá-la à falência", afirma Lucas Ribeiro.


A tecnologia tem se mostrado um caminho muito eficaz para a solução desses problemas, automatizando tarefas. Um exemplo é o ROIT Bank, uma fintech baseada em softwares com inteligência artificial, que além de muito mais veloz, oferece segurança nos lançamentos. Ela faz, de moto automático, o gerenciamento de todos os serviços operacionais do departamento fiscal, contábil e financeiro, gera as guias para recolhimento de impostos, agenda os pagamentos, respeita todas as regras fiscais e oferece segurança e rastreabilidade a todos os pagamentos realizados. Mas, para além dos erros, Ribeiro acredita que o modo como a contabilidade é feita no Brasil é outro problema: "No nosso país a contabilidade é totalmente fiscal, dedicada a gerar guias de tributos a serem recolhidos pelas empresas e só".

Para ele, a contabilidade deveria estar focada em apoiar o empresário e a empresa na sua tomada de decisão estratégica sobre custos, planejamento tributário, societário, sucessório, precificação e outras frentes, como já ocorre nos Estados Unidos e na Europa.

"A tecnologia é uma excelente forma de evitar os erros contábeis, afinal a inteligência artificial é capaz de combinar milhões de hipóteses tributárias, que um humano jamais conseguiria", conclui. Segundo Ribeiro, algumas das falhas mais frequentes na contabilidade das empresas são: escolha incorreta de regime tributário; erros nas entregas de obrigações acessórias ao fisco; definição incorreta de código de serviço para uma atividade ou para um produto, gerando tributos com valores maiores ou menores do que os devidos; não observância de normas fiscais; lançamentos contábeis em contas incorretas; reconhecimento incorreto entre custos e despesas.

Saiba quais os erros mais frequentes na hora de emitir a nota fiscal


Diversas situações podem contribuir para que sua nota fiscal eletrônica (NF-e), tenha a emissão negada, tanto pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), como pela Secretaria Municipal de Finanças da sua cidade. Geralmente, as rejeições são motivadas por falhas comuns que acontecem com frequência no dia a dia.

Se você já teve sua nota rejeitada e ficou sem saber o que fazer, fique tranquilo! Listamos os problemas mais comuns de uma forma bem simples, para você identificar e saber o que fazer quando isso ocorrer. Confira:

1. Rejeição: inscrição estadual do emissor não habilitado para emitir nota fiscal

Para emitir nota fiscal é necessário que a Sefaz do seu estado autorize que sua inscrição faça emissões de NF-e. Para isso, com o seu certificado digital em mãos, você acessa o site da Sefaz e faz o processo de liberação de sua inscrição estadual para poder emitir nota fiscal. Resolvido isso é só proceder com a emissão.

2. Rejeição: certificação digital inexistente

Para emitir nota fiscal é necessário que o empresário informe seu certificado digital. Pois, o certificado é a sua assinatura eletrônica, e por meio dele o Estado identifica a empresa e o responsável que está emitindo nota. Para resolver essa questão, é só entrar no sistema emissor e colocar o seu certificado, assim, ao enviar as informações das notas à Sefaz, o sistema enviará também seu certificado e o órgão autorizará a emissão da nota.
3. Rejeição: certificação digital vencido

Essa rejeição ocorre devido à validade do seu certificado ter vencido. Isso é fácil de resolver. Neste caso, você procura uma certificadora, faz um novo certificado e o insere no sistema emissor. Daí é só emitir a nota novamente e a Sefaz autorizará a envio.

4. Rejeição: CSOSN incompatível com não contribuinte

Geralmente essa rejeição ocorre quando ao preencher a nota, você cadastra o cliente como consumidor final e informa o Código da Situação Tributária (CST) de ICMS, com permissão de crédito. Porém, apenas as empresas que têm inscrição estadual, ou seja, os contribuintes, que podem se creditar do imposto. Neste caso é só mudar o CST de ICMS para (sem permissão de crédito) e emitir a nota novamente.

5. Rejeição: nota fiscal denegada

Quando esse erro ocorrer, não se preocupe. Pois, o problema está na inscrição estadual do seu cliente, ou seja, para quem você está emitindo a nota fiscal. O que ocorre é que, a inscrição estadual do seu cliente foi bloqueada pela Sefaz, tanto para emitir, quanto para receber notas fiscais por alguma pendência que ele tem junto ao órgão.

Essa rejeição pode ser resolvida de duas formas: você orienta o seu cliente a ir à Sefaz para solucionar o problema, liberando assim a inscrição estadual; ou você pode cadastrá-lo como consumidor final e não informar a inscrição estadual dele, e em seguida emitir a nota fiscal.

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